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The Sound of Silence – Simon & Garfunkel – Interpretada por muitas vozes!

The Sound of Silence – Simon & Garfunkel – Interpretada por muitas vozes!

Motivos para você ver o vídeo:

1 – A música é um clássico.

2 – Nostalgia

3 – A música é boa demais!

Esse vídeo eu assisti no canal Mais música no Facebook. Como a configuração de incorporar estava indisponível, enviei o vídeo para o youtube para poder reproduzir aqui.

Letra e tradução da música The Sound of Silence – Simon & Garfunkel

Hello darkness, my old friend,
I’ve come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while I was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone,
‘Neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed
by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs
that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence.

“Fools” said I, “You do not know
Silence like a cancer grows.
Hear my words that I might teach you,
Take my arms that I might reach you.”
But my words like silent raindrops fell,
And echoed
In the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning,
In the words that it was forming.
And the sign said,
“The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls.”

And whisper’d in the sounds of silence

Olá escuridão, minha velha amiga
Eu vim para conversar com você novamente
Por causa de uma visão que se aproxima suavemente
Deixou suas sementes enquanto eu estava dormindo
E a visão que foi plantada em minha mente
Ainda permanece
Dentro do som do silêncio

Em sonhos sem descanso eu caminhei só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a áurea de uma lamparina da rua
Virei minha gola para o frio e a umidade
Quando meus olhos foram esfaqueados
pelo flash de uma luz de neon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio

E na luz nua eu enxerguei
Dez mil pessoas talvez mais
Pessoas conversando sem estar falando
Pessoas ouvindo sem estar escutando
Pessoas escrevendo canções
que vozes jamais compartilham
E ninguém ousou
Perturbar o som do silêncio

“Tolos, ” digo eu, “vocês não sabem
O silêncio é como um câncer que cresce
Ouçam as palavras que eu posso lhes ensinar
Tomem meus braços que eu posso lhes estender”
Mas minhas palavras como silenciosas gotas de chuva caem
E ecoaram
Nos poços do silêncio
E as pessoas se reverenciaram e rezaram
Para o Deus de neon que elas criaram
E um sinal faiscou o seu aviso
Nas palavras que estavam se formando
E o sinal disse: “As palavras dos profetas
estão escritas nas paredes do metrô
E nas salas dos cortiços

E sussurraram no som do silêncio”